Bruno Gonçalves de Souza foi condenado a 12 anos de prisão, em regime fechado, pela morte do pai, o empresário Walas Rodrigues de Souza. A sentença foi proferida na noite desta quinta-feira (23), durante julgamento no Tribunal do Júri, no Fórum Gonçalves Chaves, em Montes Claros.
A decisão reconheceu o homicídio qualificado pelo emprego de emboscada e por recurso que dificultou a defesa da vítima. Já as qualificadoras de motivo torpe e de perigo comum não foram reconhecidas. Diante disso, o Ministério Público vai recorrer da decisão.
Vale lembrar que o réu foi preso logo após o crime, ocorrido em 31 de março de 2025. A investigação da Polícia Civil concluiu que o empresário Walas Rodrigues de Souza, de 49 anos, foi surpreendido em uma emboscada momentos antes de encontrar o filho em um bar e foi assassinado a tiros nas proximidades de um bar localizado na Avenida Deputado Esteves Rodrigues, no Centro da cidade.
A vítima foi encontrada caída, já sem sinais vitais, com seis perfurações provocadas por disparos de arma de fogo nos braços e no tórax.
O autor foi localizado em um hotel na saída para Belo Horizonte e estava com a arma utilizada no crime. À época, a Polícia Militar informou que ele confessou o homicídio e relatou que passava dificuldades financeiras e desentendimentos com o pai.





