PC encontra ossada carbonizada e número de mortos sobe para nove na BR-251, em Santa Cruz de Salinas

A ossada foi encontrada entre as ferragens do ônibus e, após ser removida para o Posto Médico-Legal de Taiobeiras, será encaminhada para Belo Horizonte para identificação.
Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Minas Gerais

Subiu para nove o número de mortos no acidente entre um ônibus e uma carreta na BR-251, em Santa Cruz de Salinas, no Norte de Minas. A atualização foi confirmada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na manhã desta terça-feira (26), após a localização de uma ossada carbonizada durante a continuidade dos trabalhos periciais no local da tragédia, registrada no último domingo (24).

Segundo a instituição, a perícia utilizou ferramentas específicas para a abertura das ferragens do ônibus, o que possibilitou a localização dos restos mortais.

Após a remoção para o Posto Médico-Legal de Taiobeiras, a ossada será encaminhada para Belo Horizonte, onde passará por exames médico-legais para identificação.


De acordo com a Polícia Civil, os trabalhos periciais seguem em andamento com prioridade, para que todas as vítimas sejam identificadas.

Foto: Divulgação/ Samu

Relembre o caso

O acidente aconteceu por volta das 4h40 deste domingo (24), no km 235 da BR-251, em Santa Cruz de Salinas. Até o momento, nove mortes foram confirmadas e, ao menos, nove pessoas ficaram feridas após colisão entre um ônibus e uma carreta, seguida de incêndio.

Segundo o Corpo de Bombeiros, todas as vítimas que morreram estavam no ônibus, que ficou carbonizado após o acidente.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o coletivo seguia de São Bernardo do Campo, em São Paulo, para Aracaju, em Sergipe. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Belo Horizonte, e as causas do acidente são investigadas pela Polícia Civil de Minas Gerais.

Nínive Lacerda
É jornalista formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2022, com experiência em videorreportagens, marketing e redação. Acredita na prática jornalística enquanto mediadora das negociações sociais.