Nova lei regulamenta exercício profissional da acupuntura no Brasil

Nova lei que regulamenta o exercícío da acupuntura no país foi publicada do Diário Oficial da União desta terça-feira(13).
Profissional de acupuntura fazendo o seu trabalho
Exercício profissional da acupuntura

A profissão de acupunturista agora está regulamentada no Brasil. A Lei nº15.345, que oficializa a decisão, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira(13), com a assinatura do presidente Lula e dos ministros Camilo Santana (Educação), Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e Adriano Massuda, ministro em exercício da Saúde.

Com a nova legislação, o exercício desta prática profissional fica assegurado a quem possui diploma de graduação de nível superior em acupuntura, expedido por instituição de ensino devidamente reconhecida.

Também podem exercer a atividade:


  • profissionais com diploma de graduação de nível superior em curso similar ou equivalente no exterior, desde que validado e registrado nos órgãos competentes;
  • e profissionais de saúde de nível superior que possuem título de especialista em acupuntura reconhecido pelos conselhos federais.

O que diz a Lei

Conforme a nova legislação, a atividade é definida como “conjunto de técnicas e terapias que consiste na estimulação de pontos específicos do corpo humano por meio do uso de agulhas apropriadas, bem como na utilização de instrumentos e procedimentos próprios, com a finalidade de manter ou restabelecer o equilíbrio das funções físicas e mentais do corpo humano”.

Dentre as competências exigidas do profissional  estão observar os sintomas e as síndromes energéticas; consultar, avaliar e tratar os pacientes por meio da acupuntura; prestar serviços de auditoria, consultoria e emissão de pareceres sobre a acupuntura, e auxiliar na educação, com vistas à melhoria da saúde da população.

Nínive Lacerda
É jornalista formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2022, com experiência em videorreportagens, marketing e redação. Acredita na prática jornalística enquanto mediadora das negociações sociais.