Quero agradecer de coração ao amigo Délio Pinheiro por ter escrito o prefácio do meu livro! 📚
Sua contribuição significa muito para mim! 🙏✨
Estou muito grato(a) por seu apoio e incentivo! 🙌
Minha obra foi bem definida por Délio Pinheiro no seu prefácio com a palavra: “amálgama”, ou mistura, combinação, fusão de muitas coisas. 📚🖋️ 📖 🌟
Neste parágrafo do prefácio, Délio fez tipo uma terapia com este poeta, quando escreveu:
“O estilo de Milton é uma amálgama de dois escritores fabulosos, o moçambicano Mia Couto e o mineiro de Cordisburgo, Guimarães Rosa, com um tempero especial das terras salinenses, talvez do néctar da cachaça artesanal que fabrica ou dos ventos que encrespam as águas do rio Salinas e que às vezes irrompem com violência por onde passam”.
Gratidão, irmão/amigo. Dito isso, vamos ao lindo prefácio:
Recebi com muita satisfação o convite do amigo Milton Santiago para prefaciar seu mais novo livro, que agora você tem em mãos.
Uma obra que traz ao lume das publicações literárias os melhores textos que ele publica semanalmente em um importante portal de notícias da região.
Sempre com o texto elegante e atento ao mundo ao redor, o microcosmo é Salinas, terra de seus amores e de suas dores, onde viaja no lombo da vida colecionando impressões e cultivando amizades sinceras.
Cidade quente e acolhedora que apresenta ao mundo seu escritor apaixonado pelas paisagens e pessoas de sua terra, um talentoso observador do cotidiano.
Certa vez o entrevistei no jornal televisivo que apresentei em uma dúzia de anos na Rede Globo e juntos chegamos a uma conclusão. O estilo de Milton é uma amálgama de dois escritores fabulosos, o moçambicano Mia Couto e o mineiro de Cordisburgo, Guimarães Rosa, com um tempero especial das terras salinenses, talvez do néctar da cachaça artesanal que fabrica ou dos ventos que encrespam as águas do rio Salinas e que às vezes irrompem com violência por onde passam.
Além dos predicados como escritor, Milton Santiago também é um bom amigo, companheiro de caminhadas ideológicas, que sempre me recebe em sua casa com muito gosto e cortesia, com um sorriso franco e palavras que elevam a autoestima de seus interlocutores.
Homem que não se abate mesmo quando o rio da existência também irrompe com fúria. Mas é em memória de quem se ama, e que já fez a travessia para a terceira margem do rio, que ele segue, como um pai carinhoso, escritor talentoso, amigo querido e um homem de valor nessas terras que conhece tão bem.
É tempo de brindar, com a cachaça dele, claro, a chegada desse mais novo livro, e que venham outros tantos para nos entorpecer com as belas paisagens de nossa região. Um brinde ao Milton! Um brinde a boa literatura!
Délio Pinheiro