Polícia Civil inicia campanha de coleta de DNA para identificação de pessoas desaparecidas

A Polícia Civil de Minas Gerais lançou uma campanha para coleta de DNA com o objetivo de identificar pessoas desaparecidas. Entre os dias 26 e 30 de agosto, a ação vai reunir amostras biológicas de familiares de pessoas desaparecidas para comparar com os Bancos Estaduais de Perfis Genéticos e o Banco Nacional de DNA. Os […]
Viatura da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais. Foto: Divulgação
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A Polícia Civil de Minas Gerais lançou uma campanha para coleta de DNA com o objetivo de identificar pessoas desaparecidas. Entre os dias 26 e 30 de agosto, a ação vai reunir amostras biológicas de familiares de pessoas desaparecidas para comparar com os Bancos Estaduais de Perfis Genéticos e o Banco Nacional de DNA.

Os interessados em participar devem se dirigir à Divisão de Referência à Pessoa Desaparecida (DRPD) em Belo Horizonte ou às Delegacias Regionais no interior do estado para obter uma requisição pericial. A coleta será realizada no Instituto Médico-Legal (IML) Dr. André Roquette em Belo Horizonte e nos Postos Médico-Legais no interior, das 8h às 18h.

Além das amostras biológicas, é possível entregar materiais pessoais do desaparecido, como escovas de dente ou roupas não lavadas, para ajudar na identificação. A coleta é simples e indolor, e os dados são inseridos em bancos de dados para procurar possíveis correspondências.


A campanha visa aumentar a identificação de pessoas e promover o retorno dos desaparecidos às suas famílias.

Leila Santos
Leila Santos é jornalista, graduada pelas Faculdades Integradas do Norte de Minas (Funorte) desde 2019, e editora-chefe do Portal WebTerra. Possui experiência nas áreas de jornalismo, televisão, assessoria de imprensa e comunicação digital, com atuação em produção de conteúdo, gestão editorial, reportagem, apresentação, entrevistas, redação, revisão de textos, roteirização, fotografia e edição de vídeos. Pauta sua atuação pela ética, credibilidade e compromisso com a informação de qualidade. Apaixonada pela leitura e por causas sociais, acredita no jornalismo como ferramenta de transformação e serviço à sociedade.