Recordar é viver: Juventus Futebol Clube – um eterno patrimônio do futebol januarense

Confira a coluna Em Cima do Lance desta semana, por José Maria Guedes

Na nostálgica década de 50, anos mágicos do futebol verde e amarelo, apresentou às nações o reinado do menino-rei Edson Arantes de Nascimento, o genial Pelé. Rolando o balão de couro, pelos gramados do mundo, uma geração que escreveu paginas douradas no livro do esporte bretão.

Bebendo um bom cálice da melhor cachaça artesanal e de qualidade do Brasil, no torrão natal do saudoso Claudionor Carneiro, uma geração de craques da fina flor das barrancas do rio São Francisco, nosso querido Velho Chico, no sertão norte-mineiro, transformavam as domingueiras da urbe januarense numa celebração da vida. Nas saudosas tardes do eterno estádio do Monte Castelo uma multidão de amantes do bom espetáculo tremulavam bandeiras reverenciando a genialidade dos senhores da bola. Velhos tempos, belos dias.

Na foto, década de 50, um instantâneo fotográfico histórico desta geração mágica do futebol de Januária, o histórico esquadrão do Juventus marcando época nas quatro linhas do saudoso Castelão.


Em pé a partir da esquerda: Antônio Minervino, João Damasceno, Dimingos Zazá, (?), Joaquim Três Toques, (?) e Afonso Tomé.
Aguachados: Edgar, Zé de Ginu, Manoelito, Seu Nem e João Longuinhos.