Área Azul Digital começa a valer em Montes Claros e ticket aumenta para R$ 2,00

Talões físicos continuam válidos por até 45 dias, permanecendo no valor de R$1,00. Confira mais informações sobre a modernização no sistema de estacionamento rotativo do município.
Foto: Divulgação

A Área Azul Digital, novo sistema de estacionamento rotativo que substitui os talões físicos por bilhetes digitais, foi lançada nesta quinta-feira (18), em Montes Claros.

A iniciativa é conduzida pela MCTrans, empresa municipal responsável pela gestão do trânsito e do transporte, em articulação com a Prefeitura, e tem como objetivo modernizar o serviço e oferecer mais praticidade aos condutores.

Em entrevista ao Portal WebTerra, a MCTrans informou que os talões físicos continuarão válidos por até 45 dias após o lançamento do novo sistema, ocorrido nesta quarta-feira (18). O prazo começa a ser contado a partir desta sexta-feira (19).


Durante esse período, os talões físicos permanecerão com o valor de R$ 1 até o fim do estoque. “Já o ticket digital passa a ter tarifa de R$ 2, com a opção de R$ 1 para uso de 50% do tempo regulamentar da vaga”, informou a empresa.

Os motoristas poderão adquirir os tickets digitais por meio de aplicativo, disponível para download nos sites da MCTrans e do ConectaMoc, além de pontos de venda físicos autorizados no município.

Segundo a MCTrans, as empresas credenciadas para a venda digital serão identificadas nos canais oficiais. Atualmente, quatro empresas estão credenciadas: duas ainda em fase de validação, uma já apta, mas que ainda não disponibilizou o aplicativo, e uma em funcionamento regular.

Em relação à  fiscalização, ela continuará sendo realizada pelos agentes de trânsito, “com apoio de veículos equipados com tecnologia OCR, que permite a leitura automática das placas e o cruzamento das informações com bases oficiais de dados”, informou.

Nínive Lacerda
É jornalista formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2022, com experiência em videorreportagens, marketing e redação. Acredita na prática jornalística enquanto mediadora das negociações sociais.