Celebramos em 11 de setembro o dia Cerrado, berço das águas, guardião de biodiversidade e f onte de vida.
São raízes profundas que resistem ao desmatamento, ao fogo e flores delicadas que desafiam a seca.
São frutos que alimentam, sabores que encantam, saberes que sustentam.
O Cerrado é o chão que pulsa, é o canto dos pássaros, o voo do jacú, o perfume do pequi e a doçura do buriti.

É um bioma que nos ensina a lição da resiliência: mesmo diante da dureza, floresce; mesmo no silêncio, canta; mesmo nas queimadas, renasce.

Celebramos em versos o seu dia.

Berço das águas, savana sagrada,
onde os ipês acendem o céu em arco-íris,
é a vida pulsando na terra ressecada,
faço poema do Cerrado, que pede bis”.
Que a travessia no Cerrado seja uma ventura mais amena, neste dia 11 de setembro: Dia do Cerrado).
Uma travessia em que o coração encontra menos pedras e mais flores.
Que o tempo nos traga não apenas dias, mas encantos;
não apenas lutas, mas aprendizados.
Que cada amanhecer no Cerrado seja promessa de calma,
e cada entardecer, repouso de alma.
Que possamos olhar o mundo com olhos serenos,
sabendo que o essencial se guarda em pequenos gestos.
Pois viver no Cerrado é isso:
transformar as dores em mestres,
os instantes simples em eternidade,
e fazer da vida não um fardo,
mas uma ventura leve, suave, amena.
“Que a vida se revele suave ventura,
feita de paz e simples encantos.”
Entre lutas e caminhos, que a vida seja sempre uma ventura mais leve e encantadora.





