Navegando na supremacia do futebol regional, a década de 90 marcou o apogeu desta saga do esporte januarense pelas plagas do cerrado barranqueiro do rio São Francisco, no sertão norte-mineiro.
Nestes bons ventos, a Liga Januarense de Desportos mantinha a seleção municipal – este colunista era o diretor de Esportes da entidade – reunindo atletas de puro talento e raça. Senhores da bola envergando as cores azuis e amarelas da cidade-mãe pelos quatro cantos do território mineiro, triunfando em campos inimigos e estabelecendo domínio esportivo. Um povo em êxtase, tremulando as bandeiras da vitória e marchando no pelotão de frente do esporte bretão regional.
Na foto, do ano de 1997, a seleção januarense posando para posteridade, momentos antes de rolar o balão de couro, em memorável partida no superlotado estádio do Monte Castelo, o saudoso castelão, e vencendo, pelo placar de 2×1, o super campeão Cruzeiro do Sul, no jogo festivo de entrega de faixas pela conquista azul-celeste, dos dirigentes João Campos, Roque Freire e companhia, do tricampeonato januarense. Velhos tempos, belos dias.
Em pé, a partir da esquerda: Mazinho Borá, Márcio Vanbastien, Pepê, Alex do Riacho, São da Farmácia, Breu, Eustáquio Tacone e Grande (técnico).
Agachados: Regis, Ney Medrados, Ré, Bua (in memoriam), Adailtinho da Boa Vista, Ricardinho Viana, Valter de Terêncio e Gera Chapeleta.





