Na década de 50, anos mágicos do futebol verde e amarelo, foi apresentado às nações o início do reinado do menino Edson Arantes de Nascimento, o genial Pelé. Rolando o balão de couro, pelos gramados europeu, esta geração escreveu paginas douradas no livro mundial do esporte bretão.
Degustando um bom cálice da melhor cachaça de qualidade do Brasil, no torrão natal do saudoso Claudionor Carneiro, uma geração de craques da fina flor do esporte nas barrancas do rio São Francisco, nosso querido Velho Chico, no sertão norte-mineiro, transformavam as domingueiras da urbe januarense numa celebração da vida. Nas saudosas tardes do eterno estádio do Monte Castelo, uma multidão de amantes do bom espetáculo, tremulavam bandeiras reverenciando a genialidade dos senhores da bola. Velhos tempos, belos dias.
Na foto, década de 50, um instantâneo desta geração mágica do futebol januarense, o histórico esquadrão do Juventus marcando época nas quatro linhas do saudoso Castelão.
Em pé a partir da esquerda: Antônio Minervino, João Damasceno, Domingo Zalá, branquinho, Joaquim Três Toques, Souza e Afonso Tomé.
Aguachados: Edgar, Zé de Ginu, Manoelito, Seu Nem Damasceno e João Longuinhos





