Discussão no trânsito termina com dois presos e arma apreendida em Várzea da Palma

Condutor apresentava sinais de embriaguez e não tinha habilitação; outro homem, de 38 anos, foi detido por porte ilegal de arma.
Foto: Polícia Militar

Dois homens, de 23 e 38 anos, foram presos na madrugada desta segunda-feira (20) após um acidente seguido de discussão no Centro de Várzea da Palma, no Norte de Minas.

A ocorrência começou quando uma equipe da Polícia Militar, durante patrulhamento, se deparou com a batida e três pessoas discutindo na rua Doutor Antônio Gomes Pinto Coelho. Durante a abordagem, os militares perceberam que um dos envolvidos, de 38 anos, estava com uma arma e determinaram que ele a colocasse no chão, o que foi atendido.

Segundo a polícia, o motorista do carro, de 23 anos, não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e apresentava sinais de embriaguez, como fala desconexa e hálito etílico. Ele relatou que havia saído de um bar com um passageiro e perdeu o controle da direção após o pneu do veículo estourar, subindo na calçada e batendo contra a porta de um estabelecimento. Ainda conforme o relato, após o acidente, um morador teria descido do prédio com a arma.


Ao ser questionado, o homem de 38 anos afirmou que estava dormindo e acordou assustado com o barulho. Ele disse que desceu armado por acreditar se tratar de uma tentativa de assalto ao próprio comércio, mas negou ter apontado a arma para os ocupantes do veículo. Segundo ele, apenas ordenou que os dois saíssem do carro ao perceber uma possível tentativa de fuga.

A Polícia Militar informou que o homem possuía registro da arma, mas não autorização para o porte. Ele foi preso, e uma pistola calibre 9 mm, além de 12 munições e um carregador, foram apreendidos.

O motorista infrator, por sua vez, foi preso por dirigir sob efeito de álcool. O veículo foi removido para um pátio credenciado.

Nínive Lacerda
É jornalista formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2022, com experiência em videorreportagens, marketing e redação. Acredita na prática jornalística enquanto mediadora das negociações sociais.