O Museu Regional do Norte de Minas (MRNM), em parceria com a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) realizará a 2ª edição da Exposição Artística – “Coração em devir” e “Navegar é preciso”, no Centro de Montes Claros, na próxima sexta-feira (10), às 18h.
O evento segue até o dia 30 de abril, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, na rua Coronel Celestino, n° 75, no Centro histórico da cidade. A entrada é gratuita.

Coração em devir
“Coração em devir”, da artista Ruth Dayane, mergulha nas zonas sensíveis da experiência afetiva do amor, da dor, do silêncio e do prazer.
O coração, nas palavras da autora, aparece como um símbolo em constante mudança, carregando memórias e desejos, além de tentar transformar as feridas e encontrar beleza mesmo “nas partes mais inusitadas”.
A iniciativa, segundo a Ruth Dayane “nasce do desejo de tocar aquilo que muitas vezes evitamos reconhecer em nós mesmos”.
Durante a mostra “Coração em devir” serão expostos 12 quadros, 12 esculturas e duas instalações. O intuito da artista é criar:
“Espaço onde possamos nos aproximar daquilo que sentimos, mesmo quando não sabemos nomear. Porque, muitas vezes, o coração sente antes mesmo da mente entender”.

Navegar é preciso
De acorco com a autora Mariana Ati, natural de São Francisco, no Norte do estado, “Navegar é preciso” fala sobre os diversos sentimentos vivenciados durante a sua trajetória, retratados como partes de um rio. Ela esclarece que navegar é percorrer todos esses afetos, pois,
“se deixar afetar é preciso, amar é preciso, viver também é preciso e precioso”.

Velho Chico como inspiração
Ao todo, serão 25 obras expostas: 14 telas, 10 reproduções digitais e uma instalação. Segundo Ati,
“o propósito da exposição Navegar é preciso é, a partir das minhas vivências, propor reflexões sobre a necessidade de fluir entre sentimentos e emoções — sem evitá-los, mas também sem se deixar represar em nenhum deles. Tendo como ponto de partida o Rio São Francisco e ressaltando a influência que ele exerce, especialmente em nossa região, busco, ainda assim, dialogar com algo universal: os altos e baixos da vida, as marés de cada um”, afirma a artista, Mariana Ati.






