Governo prevê convocar 7 mil aprovados em concursos federais em 2026

Convocações devem incluir aprovados do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) e reforço na Polícia Federal, com homologações previstas até junho.
Foto: Agência Brasil

Nesta quinta-feira (2), a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, participou do programa “Bom Dia, Ministra” e teve uma fala otimista para os concurseiros. Segundo ela, o governo federal deve chamar mais de 7 mil aprovados em concursos públicos neste ano de 2026.

De acordo com a ministra, os ministérios estão finalizando os pedidos de homologação para que mais de 3,6 mil aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) possam começar a ser nomeados já a partir do próximo mês.

Esther Dweck também destacou que as homologações até junho, antes do período eleitoral, são permitidas:


“Todos os concursos homologados antes de junho, antes do defeso eleitoral, podem ter candidatos chamados durante o período eleitoral. O que não é permitido é homologar novos concursos. Portanto, concursos já homologados não têm restrição eleitoral. Tanto o CPNU 1 quanto o 2 estarão homologados antes desse período, o que possibilita a convocação de excedentes ao longo do próximo semestre”, explicou.

A nossa expectativa é que este ano tenha uma entrada gigantesca de pessoas aprovadas em concursos já autorizados, reforça Dweck.
Foto: Agência Brasil

Além do CPNU, a ministra informou que o presidente Lula autorizou o reforço no efetivo da Polícia Federal.

“A gente deve chamar cerca de mil imediatamente, com possibilidade de mais 500 ainda neste ano. Serão, ao todo, 2.500 pessoas para a Polícia Federal neste mandato”, afirmou.

Outras áreas, como saúde (Fiocruz), mineração (Agência Nacional de Mineração) e regulação (Anvisa), também devem passar por análise para novas convocações já na próxima semana.

*Com informações da Agência Brasil.

Nínive Lacerda
É jornalista formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2022, com experiência em videorreportagens, marketing e redação. Acredita na prática jornalística enquanto mediadora das negociações sociais.