Investigação inicial da PCMG aponta que jovem desaparecida viajou voluntariamente e não há indícios de violência no trajeto

A jovem Ana Beatriz Leal Aguiar, de 23 anos, continua desaparecida. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, ela saiu de Montes Claros, passou por Bocaiuva e embarcou em um ônibus com destino a Belo Horizonte. Desde então, não houve mais contato com a família. Qualquer informação que possa ajudar na localização pode ser repassada de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181 ou diretamente em uma unidade policial.
Ana Beatriz foi localizada na sexta-feira (20), em Belo Horizonte - Foto: Redes Sociais
Ana Beatriz foi localizada na sexta-feira (20), em Belo Horizonte - Foto: Redes Sociais

A jovem Ana Beatriz Leal Aguiar, de 23 anos, continua desaparecida desde 1º de março de 2026. Segundo a Polícia Civil, as investigações sobre o caso seguem em andamento.

Segundo a polícia, Ana Beatriz saiu do apartamento do namorado na manhã do dia 1º de março, em Montes Claros, e solicitou uma corrida por motocicleta de aplicativo até um ponto no Anel Rodoviário da cidade.

Em seguida, ela teria viajado de carona até Bocaiuva, onde foi deixada na rodoviária.


Foto: Redes Sociais

De acordo com os levantamentos realizados pela equipe da 3ª Delegacia de Polícia Civil, ainda no mesmo dia foi comprada uma passagem em nome da jovem com destino a Belo Horizonte, com embarque no período da tarde.

“Imagens de monitoramento do terminal rodoviário registraram o momento em que a jovem realizou a compra da passagem e posteriormente embarcou no ônibus”, diz a PCMG.

Até o momento, as apurações da polícia apontam que todos os deslocamentos realizados pela jovem ocorreram de forma voluntária, não havendo indícios de coação ou violência durante o trajeto identificado pela investigação.

Apesar disso, desde o embarque não houve novos contatos ou informações sobre o paradeiro de Ana Beatriz.

Ainda de acordo com a PCMG, familiares e amigos da jovem seguem colaborando com as autoridades na busca por informações que possam contribuir para sua localização.

A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa ajudar na localização pode ser repassada de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181 ou diretamente em uma unidade policial.

Nínive Lacerda
É jornalista formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2022, com experiência em videorreportagens, marketing e redação. Acredita na prática jornalística enquanto mediadora das negociações sociais.