Duas mulheres são presas suspeitas de arrombar casa, agredir e ameaçar vítima e roubar R$ 15 mil em Cônego Marinho

“As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e eventual identificação de outros envolvidos”, afirmou o delegado responsável pelo inquérito, Farley de Oliveira
Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Minas Gerais
Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Minas Gerais

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na manhã desta quinta-feira (5), mandados de prisão e de busca e apreensão contra duas investigadas de roubo qualificado com emprego de violência, e uso de arma de fogo, na comunidade de Cabeceira de Macaúbas, zona rural de Cônego Marinho, no Norte do Estado. O crime ocorreu em 12 de setembro de 2025.

De acordo com a PCMG, as ordens judiciais foram executadas contra duas mulheres investigadas por participação no crime. Elas foram identificadas após levantamentos técnicos voltados à responsabilização penal e ao enfrentamento estruturado de crimes patrimoniais no campo.

Os mandados foram cumpridos em duas casas na comunidade de Cabeceira de Macaúbas, após a polícia juntar elementos informativos sobre a investigação, que indicou o possível envolvimento das suspeitas na ação violenta.


Agressão física e ameaça

Segundo os policiais civis, a dinâmica do acidente teve início quando dois indivíduos arrombaram o imóvel de um homem. Durante a invasão, a vítima sofreu agressões físicas e foi ameaçado com uma arma. Devido aos golpes, ela ficou com ferimentos pelo rosto.

No dia do crime, em 12 de setembro do ano passado, foram substraídos cerca de R$ 15 mil. Após o roubo, os suspeitos conseguiram fugir do local.

Investigação

Conforme a polícia, a investigação foi conduzida por uma equipe especializada em crimes contra o patrimônio, sendo estruturada a linha investigativa com base em levantamentos de campo, oitivas e cruzamento de informações. Com isso, foi subsidiado a representação pelas medidas cautelares e deferidas pelo Poder Judiciário.

O delegado responsável pelo inquérito, Farley Guedes de Oliveira destacou que, a resposta qualificada a crimes cometidos com violência visa à desarticulação de práticas que afetam diretamente a segurança no meio rural.

“As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e eventual identificação de outros envolvidos”, afirmou o delegado, Farley de Oliveira.

Foto: PCMG/Divulgação
Equipe que investiga o caso – Foto: PCMG/Divulgação
Sarah Thomé
Sarah Thomé é jornalista, formada pelo Centro Universitário Funorte, com passagens por veículos de comunicação, sendo portais e TV. Comprometida com a notícia, veracidade dos fatos e ética jornalística, atualmente, faz parte do time do Portal Webterra. Natural de Belo Horizonte-MG, é apaixonada por livros, escrita e animais.