A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, na quinta-feira (12) e nesta sexta (13), duas operações de combate ao tráfico de drogas e crimes durante o período de pré-Carnaval em Januária, no Norte do estado.
Segundo a PCMG, durante as diligências foram realizadas apreensões, quatro cumprimento de mandados judiciais e prisão de um investigado por homicídio.
De acordo com o delegado regional Luiz Bernardo Rodrigues Moraes Neto, as ações têm como foco repreender os crimes e prezar pela segurança e bem-estar dos moradores e visitantes.
“Essa atuação intensificada integra um planejamento estratégico voltado ao Carnaval, com o objetivo de reduzir a criminalidade, desarticular organizações criminosas e assegurar mais tranquilidade à população e aos visitantes”, afirmou.
Combate ao tráfico
Na quinta-feira (12), os policiais civis cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em uma região conhecida como Rua de Baixo, já conhecida em investigações anteriores como ponto de distribuição de entorpecentes.
Durante as buscas nas residências, foram apreendidas drogas, celulares e dinheiro. Um dos imóveis era usado para fracionamento, armazenamento e ocultação de substâncias ilícitas iriam à venda.
Investigação de homicídio
Já na manhã desta sexta (13), a PCMG se deslocou até o bairro Vila São Domingos para cumprir quatro mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão referentes a uma investigação de homicídio ocorrido no último 16 de janeiro.
Conforme a equipe da polícia, durante a operação, foi realizado um cumprimento de mandado judicial e um homem, de 29 anos, apontado como um dos suspeitos de participar do crime de homicídio, foi preso.
Tortura
Ainda de acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, o crime causou grande comoção na cidade e Região do Norte de Minas devido à violência dos fatos.
As investigações apontaram indícios de que a vítima sofreu agressões e tortura antes de morrer. A motivação do estaria ligada ao suposto furto de entorpecente pertencente aos investigados.
Enfrentamento aos crimes graves
O delegado responsável pelas investigações, William Fernandes Araújo, destacou que “a prisão reforça o compromisso institucional no enfrentamento qualificado dos crimes graves, com atuação contínua para responsabilizar autores e garantir a segurança da população”, disse.
As operações contaram com apoio do inspetor Luciano Douglas, do subinspetor Farlley Lopes e dos investigadores Ana Cristina Escobar Leite Barbosa e Carlos Rafael Silva Souza, além da equipe operacional.






