O futebol januarense tem uma história de grandes times, esquadrões da bola que marcaram época. Dos áureos tempos do Icaraí, Juventus, Cruz Vermelha, Santa Cruz, Fundação SESP, Imperial e Atalaia chegando à década de 90 com os arquirrivais Vila Nova e Cruzeiro do Sul brilhando nas domingueiras da urbe barranqueira do rio São Francisco, superlotando arquibancadas do eterno estádio do Monte Castelo de apaixonada torcida cantando e tremulando bandeiras, celebrando a magia do balão de couro, conduzido de pé em pé pelos senhores da bola, ganhando o fundo da rede, emocionando a multidão.
Na seleta lista de memoráveis esquadrões, o esquadrão do Madeireira, campeão invicto do campeonato januarense de 84, presidido pelo baluarte João Campos e o estrategista técnico Etelvino, escreveu um capitulo especial, integrando o pelotão de frente dos grandes da cidade, para muitos o maior de todos. Velhos Tempos, belos dias.
Na foto, de 84, o super campeão Madeireira na festa de entrega de faixas da memorável conquista, mesclando um elenco de experientes jogadores com uma juventude que conduziu o futebol municipal até o final do milênio.
Em pé, a partir da esquerda: João Campos (presidente), Pedro Escobar (diretor), Mario Lucio Oliveira (diretor). Etelvino (técnico), Tacone, Mazim Borá, Silvino, Pepe, Zé Luiz da Sucam, Gilson Papagaio, Zié, Valter Caruncho, Raimundo Canabrava, Bimba (in memoriam), Assis e José Maria Guedes.
Agachados: Edson da Condú, Evaldo Paiva, Jonas do Cartório, Gelo, Índio, Sartana, Kenga (in memoriam), Duião, Dão Louro (in memorial) e Cowam.





